segunda-feira, 23 de abril de 2018


Países ricos e países pobres, qual a diferença? 

A diferença no processo de desenvolvimento entre países ricos e pobres não é simplesmente a idade do país como muitos pensam.

Vejamos por exemplo o caso de países como o Egito e a Índia no qual são países cronologicamente milenares e são considerados nos atuais indicadores de crescimento, países pobres.

Na contramão desta realidade temos, por exemplo, a Austrália e o Canadá que há aproximadamente 150 anos quase não existiam e hoje, são países com elevado grau desenvolvimento (analisando os padrões mínimos de desenvolvimento social).

A diferença também entre países ricos e pobres não está diretamente relacionado apenas aos recursos naturais disponíveis. 

O Japão, por exemplo, é uma das principais economias do Mundo e tem em seu território inúmeros e constantes problemas “naturais” de caracterização geológica e geomorfológica.

No entanto, o país é uma imensa fábrica flutuante, importando matérias-primas de todo o mundo e exportando produtos manufaturados, que resultado ao longo de sua história do grande potencial e investimento social ofertado principalmente pela parceria poder público e sociedade.

Mas afinal, qual é a diferença entre Países Ricos e Países Pobres?

A diferença principal entre as nacionalidades ricas e pobres é a atitude e valores do indivíduo moldada ao longo dos anos, pela Educação e pela Cultura adquirida perante o meio no qual ele pertence.

Este meio bem construído caracteriza os valores básicos de uma nacionalidade organizada.

Na grande maioria dos países ricos e desenvolvidos, a sua “nação” busca os seguintes princípios de vida (pessoal e profissional) em prol do desenvolvimento do coletivo:

A Ética, como princípio básico: Este é um dos principais valores de cunho pessoal que transcende para a sociedade. Valores Éticos se conquista a cada instante pelo aprendizado correto e na aplicabilidade do mesmo.

A Educação e o refinamento do Conhecimento: Valores básicos e fundamentais de cada indivíduo no convívio social. A educação não está diretamente relacionado a “busca de conhecimento” mas sim, a valores dados e adquiridos que começam na própria estrutura familiar, no conhecimento técnico e profissional adquirido resultando na organização harmoniosa da sociedade.

O Respeito às Leis: Este é um dos valores que infelizmente esta entrando em extinção independente da sua nacionalidade. O respeito e o conhecimento das Leis e da Ordem Nacional é um dos principais valores que pauta um excelente convívio em sociedade.

O Respeito pelo Direito dos demais Cidadãos: Este também é um princípio que está entrando no esquecimento do coletivo e se tornando um fator de banalização social. É importante ressaltar que o direito e respeito ao próximo está amparado na Constituição Federal (no caso do Brasil).

A sociedade está inserida em um grande contexto em prol do desenvolvimento e não na transferência de problemas sejam eles de cunho social, econômico, ambiental, etc., para o poder publico.

Criar esta “parceria” entre os principais personagens do desenvolvimento de uma nação é mais do que necessário para obtermos excelentes resultados em todos os níveis.

Enquanto continuarmos como nação pensando e atuando de forma “paternalista” com relação ao poder público, nunca chegaremos a ricos e continuaremos sempre sendo “subdesenvolvidos”.


Entendendo a Embriologia!


Assista o vídeo a seguir e saiba mais sobre a história do Brasil.



Paisagem Cultural e Paisagem Natural

A paisagem natural e a paisagem cultural expressas no espaço


     A paisagem é um conceito que se refere a tudo o que podemos perceber utilizando os nossos cinco sentidos (tato, visão, olfato, paladar e audição). Portanto, todo o ambiente terrestre pode ser considerado como uma paisagem: o caos do centro de uma grande cidade, o espaço de uma fazenda ou a área de um bosque.
     Em razão da abrangência desse termo, comumente ele é dividido em dois tipos principais: as paisagens naturais e as paisagens culturais.
        As paisagens naturais são as expressões dos elementos da natureza que não se modificaram ou que foram pouco alterados pelo ser humano, como o espaço de uma floresta virgem ou o topo de uma montanha. Em algumas definições, esse conceito também abrange regiões naturais consideradas inóspitas, ou seja, que não apresentam condições para a manutenção da vida do homem, como uma área de um deserto.
        As paisagens culturais – também chamadas de paisagens antrópicas – são as expressões das atividades humanas. Elas constroem-se a partir da utilização e transformação dos elementos da natureza pelas atividades realizadas pelo homem. Portanto, todas as edificações artificialmente construídas, bem como as intervenções não naturais sobre o espaço constituem paisagens culturais, como o espaço de uma cidade ou um campo de produção agrícola.
      É interessante perceber que, muitas vezes, esses tipos não se segregam, podendo se sobrepor no espaço. Assim, podem haver elementos naturais em paisagens culturais e vice-versa. Quando elementos da natureza são conservados no espaço de uma construção, por exemplo, temos a ocorrência desse tipo de situação.
    Ao contrário do que muitos imaginam, a paisagem é uma categoria extremamente dinâmica. Ela, além de se portar como uma expressão das práticas humanas ou das ações da natureza, é capaz de narrar, através de suas manifestações aparentes ou ocultas, a história daquele espaço.
      É comum encontrarmos, nas manifestações de mundo, elementos referentes ao passado, recente ou remoto. Portanto, a principal característica da paisagem é, sem dúvida, o fato de ela agregar, em si, a sobreposição e confluência das ações do presente e do passado, que muitas vezes convivem lado a lado.

COMO A TABELA PERIÓDICA ESTÁ ORGANIZADA?


ORGANIZAÇÃO DA TABELA PERIÓDICA

 


 Na química, os critérios usados para organizar os elementos foram estabelecidos com o decorrer do tempo. No ano de 1869, o professor da Universidade de São Petersburgo (Rússia), Dimitri Ivanovich Mendeleev (1834-1907), escreveu um livro sobre os elementos conhecidos até aquela época. Eram cerca de 63 elementos, e Mendeleev os organizou em função da massa de seus átomos (massa atômica) estabelecendo as famílias e grupos. Essa organização obedece à seguinte lei periódica:
"As propriedades físicas e químicas dos elementos são funções periódicas de seus números atômicos". 

Os elementos na tabela estão arranjados horizontalmente, em sequência numérica, de acordo com seus números atômicos, e se organizam através dos períodos e famílias.
Períodos: Existem sete períodos na tabela atual e a quantidade de camadas eletrônicas que os elementos químicos apresentam é indicada pelo número do período correspondente. Eles representam as linhas horizontais da tabela. Os períodos diferem em comprimento, variando de 2 elementos, no mais curto, à 32 elementos no mais longo. 

Famílias ou grupos: As linhas verticais da tabela são organizadas de acordo com as estruturas similares da camada externa dos elementos. Essas colunas são denominadas grupos. Em alguns deles, os elementos estão relacionados tão intimamente em suas propriedades que são denominados de famílias. Atualmente, a tabela periódica é constituída por 18 famílias, e uma maneira de identificá-las é através de algarismos romanos seguidos das letras A e B. Exemplos: família IA. IIA, VB.


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Simulação velocidade média

O HOMEM EM MOVIMENTO

Saiba mais sobre a posição, velocidade e gráficos de aceleração. Mova o homenzinho para lá e para cá com o mouse e trace seu movimento. Defina a posição, velocidade ou aceleração e deixe que a simulação mova a pessoinha para você. 
Screenshot do Homem em movimento
Simule o movimento clicando aqui

HERBÍVOROS... É ISSO MESMO????


 

 Os animais herbívoros são organismos que se alimentam dos seres autótrofos, ou seja, aqueles que produzem seu próprio alimento.
Os herbívoros possuem uma função muito importante na cadeia alimentar, uma vez que são os consumidores primários. Eles são responsáveis por levar até aos animais carnívoros, as vitaminas e a energia presentes nas plantas.
Além disso, no caso de alguns insetos, eles controlam algumas populações de plantas, interferindo em sua taxa de crescimento.
Acredita-se que o número de herbívoros representa aproximadamente 50% da fauna mundial.
São exemplos comuns, de animais herbívoros: abelha, anta, borboleta, boi, vaca, antílope, ovelha, rinoceronte, hipopótamo, girafa, canguru, zebra, veado, elefante, gorila, cavalo, cabra, búfalo, urso panda, camelo, coelho, porco-da-índia, alguns morcegos, dentre outros.
O que diferencia um herbívoro de outros herbívoros é o tipo de alimento que este consome. Sendo assim podemos citar:
Folívoros: animais que se alimentam de folhas. Exemplos: coelho, jacu-cigano, bicho preguiça, coala, iguana.


Frugívoros: animais que se alimentam de frutas. Exemplos: tucano, sanhaço, araçari, morcego, anta, gambá.


Granívoros: animais que se alimentam de sementes de plantas e grãos. Exemplos: galinha, arara, papagaio.

Nectarívoros: animais que se alimentam do néctar das plantas. Exemplos: abelhas, borboletas, morceguinho-do-cerrado.

Polinívoros: animais que se alimentam do pólen das flores. Exemplos: aranha, roedores, morcegos, marsupiais e alguns pássaros.

Os herbívoros possuem um papel muito importante no equilíbrio do ecossistema, pois participam da polinização das plantas, a exemplo dos nectarívoros e os polinívoros.
Também atuam na dispersão de sementes, através dos animais frugívoros e granívoros.
Dessa forma, além de controlar a biomassa das plantas, os herbívoros asseguram a distribuição e abundância dos vegetais nas comunidades ecológicas.
Ao mesmo tempo, os herbívoros servem de alimento para os outros consumidores da cadeia alimentar, permitindo o fluxo de nutrientes e energia.